Disfunção erétil: Avaliação especializada e tratamentos modernos
A disfunção erétil (DE) é a incapacidade persistente de obter ou manter uma ereção adequada para a atividade sexual satisfatória. Afeta cerca de 40% dos homens acima dos 40 anos e tem tratamento eficaz disponível. O Dr. Guilherme Tashiro, urologista em Santos, oferece avaliação completa e individualizada baseada em evidências científicas atuais.
Causas mais frequentes
- Vasculares: aterosclerose, hipertensão, diabetes — as causas orgânicas mais comuns
- Hormonais: deficiência de testosterona, hiperprolactinemia
- Neurológicas: neuropatia diabética, sequelas de cirurgia pélvica
- Psicológicas: ansiedade de desempenho, depressão, estresse
- Medicamentos: anti-hipertensivos, antidepressivos, antiandrogênicos
Avaliação especializada
A consulta inclui anamnese sexual detalhada, exame físico, dosagem de testosterona, glicemia e Doppler peniano quando necessário. O questionário IIEF-5 quantifica o grau de disfunção e orienta a escolha terapêutica.
Tratamentos disponíveis
Inibidores de PDE-5 (primeira linha)
Sildenafil, tadalafila, vardenafil e avanafil são eficazes em 70-80% dos casos. A tadalafila de uso diário (5 mg) melhora progressivamente a saúde endotelial peniana.
Terapia intracavernosa
Injeção de alprostadil nos corpos cavernosos. Produz ereção em 5-15 minutos, com taxa de sucesso superior a 85% mesmo em casos refratários à medicação oral.
Reposição hormonal
Quando há hipogonadismo confirmado, a reposição de testosterona restabelece libido e melhora a resposta erétil. Veja mais em hormônios masculinos.
Prótese peniana
Solução definitiva para casos graves refratários, com índice de satisfação superior a 90% tanto do paciente quanto da parceira.
Disfunção erétil como sinal cardiovascular
A DE pode surgir 3 a 5 anos antes de eventos cardiovasculares como infarto. Por isso, todo diagnóstico inclui avaliação cardiometabólica. Consulte também disfunção erétil e andrologia.